Itapetininga
Clique e arraste o menu
Como chegar
Historia
Nomes Famosos
Esportes
A Cidade
Atrações
Lembranças (Contos)
Casas-terrenos-Sítios
Noticias
Home
I T A P E T I N IN G A - SP

N O M E S - F A M O S O S

Anesia Pinheiro Machado

Esta mulher nasceu em Itapetininga e se tornou a primeira mulher a pilotar um avião. Viajou pelo mundo e recebeu muitas medalhas pelo feito, inclusive da NASA.


Anesia Pinheiro Machado

Veja o Brevet de Anesia com o nome de sua cidade natal e data de nascimento.


Anésia Pinheiro Machado-Nasceu em cinco de junho de 1904, em Itapetininga. Desde a infância, foi apaixonada pela aviação, o que a levou, em 1921, a iniciar seus estudos de aviação, em São Paulo. Pioneira da aviação feminina e da aviação civil no Brasil, em dezessete de março de 1922 fez seu primeiro vôo solo e, em nove de abril do mesmo ano, recebeu o Brevet Internacional, da Federação Aeronáutica Internacional, pelo Aeroclube do Brasil. Transformou-se, também, na primeira raid-woman brasileira, em função de diversos vôos a Santos e a várias cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais. Foi, ainda, a primeira aviadora que, no Brasil, conduziu passageiro em avião, o que ocorreu a partir de vinte e três de abril de 1922. A itapetiningana Anésia foi a primeira aviadora a realizar um vôo interestadual: São Paulo - Rio de Janeiro, em setembro de 1922. Comemorativo ao Centenário da Independência, esse vôo foi considerado notável realização para a época, em conseqüência das precárias condições em que foi efetuado, pois o avião apresentava pouca segurança e houve tempo instável em todo o percurso, que durou quatro dias. Nossa aviadora faleceu em dez de maio de 1999, não sem antes receber homenagem do Congresso Nacional, o que muito a emocionou.(fonte: Itape Digital)

Ciro Albuquerque Nasceu em Brotas, mas considerava-se itapetiningano por adoção. Sua projeção política-administrativa foi de extremo significado. Formou-se pela Escola de Agronomia Luiz de Queirós (Piracicaba) e estagiou no Instituto Agronômico de Campinas. Nomeado Agrônomo Regional de Itapeva, depois de algum tempo transferiu-se para Itapetininga, onde pôde melhor desenvolver suas potencialidades, defendendo sempre nossas reivindicações e lutando por nosso progresso. Colaborou com o Governo do Estado de São Paulo, desempenhando funções importantes em cargos de confiança. Projetou o reflorestamento de nossa região, o que colaborou para que Itapetininga se transformasse na maior reserva artificial de florestas do Estado; fez construir o Conjunto de Armazéns e Silos da CEAGESP; colaborou efetivamente para a instalação do Posto Experimental de Criação de Ovinos; conseguiu inúmeras melhorias quanto à eletrificação rural da região e são, ainda, fruto de sua iniciativa direta os seguintes benefícios recebidos por Itapetininga e região: criação da Escola de Iniciação Agrícola e do Posto de Inseminação Artificial, ambos de Itapetininga; implantação do CEASA; instalação da patrulha motomecanizada; transformação do Instituto Penal Agrícola em Instituto de Menores; criação e instalação dos ginásios Modesto Tavares de Lima, Corina Caçapava Barth, Virgílio Silveira e o Grupo Escolar Sebastião Vilaça; construção da rodovia para Iporanga; construção e asfaltamento do trecho de acesso a Itapetininga – Via Raposo Tavares; asfaltamento dos acessos de Sarapuí e Alambari à ViaRaposo Tavares; construção do novo prédio da Delegacia de Polícia de Itapetininga, entre outros.(fonte: Itape Digital)

Almir Ribeiro Filho de funcionários públicos, Aldimir Ribeiro nasceu no dia nove de dezembro de 1935, em São João da Boa Vista (SP). Com apenas cinco anos de idade veio com a Família para Itapetininga, permanecendo em nossa cidade até 1955. Aos dezoito anos já era locutor da PRD-9, a rádio local. Foi também programador e radioator. As canções que entoava eram sempre esperadas pelos ouvintes de nossa difusora, que muito estimavam aquele moço extremamente gentil, a quem, carinhosamente, chamavam de Didi. Formou-se na Escola Normal Livre de Itapetininga, em primeiro lugar, em 1953. Em 1955, foi para São Paulo e lá, pretendendo tornar-se apenas locutor, acabou consagrando-se como cantor. Após alguns testes foi logo contratado pela Rede Tupi de Rádio e Televisão, dando-se sua estréia no programa Spot Light, em 1956. Consentiu com Cassiano Gabus Mendes, à época seu diretor, adotando o nome artístico de Almir Ribeiro, deixando de usar seu nome de batismo e também o pseudônimo de Tony Sander, que chegara a adotar, no início de sua carreira. Cantou no filme Absolutamente Certo, participou de um show no Cine Aparecida do Sul, em Itapetininga, tendo Ângela Maria como parceira e gravou um LP denominado Uma Noite no Cave e dois 78 rotações, intitulados, respectivamente, Onde Estou? E P’rá bem Longe de Ti, ou seja, alcançou o estrelado com apenas dois anos de carreira. Quando faleceu, afogado no mar de Punta Del Este, na manhã de dezoito de fevereiro de 1957, a tristeza foi geral.(fonte: Itape Digital)
Almir Ribeiro- Chegou em Itapetininga com 5 anos de idade. Estudou em nossas escolas, aqui pegou no primeiro microfone e daqui saiu para fazer muito sucesso e conquistar os apaixonados pela bela voz, pelas belas musicas. Veja a história completa deste grande cantor da década de 50 (clique aqui). Historia e fotos jamais vista na Internet. Agradecemos ao amigo Paulo Capuano (Rádio Educativa Fm) que nos forneceu o material, Capuano que foi amigo de infância de Almir Ribeiro.
Darci Vieira Em Itapetininga, ficou conhecido como um prefeito dinâmico e empreendedor, tendo tomado posse em 1956. Construiu o Mercado Municipal, foi o responsável pela instalação da Escola Agrícola, no Bairro da Chapadinha, fundou o Colégio Técnico e Industrial, que leva seu nome e construiu a fonte luminosa do Largo dos Amores. Foi justamente durante sua gestão que ocorreu a queima da sede da Empresa Elétrica Sul Paulista. Faleceu alguns anos depois do término de sua administração.(fonte: Itape Digital)

Venâncio de Oliveira Ayres Nasceu em Itapetininga, filho de Salvador de Oliveira Ayres e de dona Ana Vieira Ayres, ambos descendentes dos fundadores da cidade. Depois de formado em advocacia, durante alguns anos exerceu, com excelente desempenho, a carreira. Eleito deputado provincial, salientou-se entre seus colegas, pronunciando admiráveis discursos, sobretudo aqueles que cuidavam do progresso de nossa terra e da defesa de nossa gente. Filiado ao movimento republicano, tudo fez pela defesa da democracia, lutando sempre pelos ideais marcantes e propulsores do civismo. Quando mudou-se para o Rio Grande do Sul, levou consigo os ideais republicanos, ansioso por ver seu país livre do jugo português que, absolutamente, não aceitava. Fundou a Federação, do qual era redator e, por intermédio desse órgão comunicador, lançou suas ideais, influenciando seus leitores. Foi um verdadeiro patriota, e, sobre ele, refere-se Hiram Ayres Monteiro, em sua obra Venâncio Ayres, o Cavaleiro do Ideal: "Nascido em Itapetininga-SP, aos doze de novembro de 1841, passando pela Faculdade do Recife (1805), onde conheceu Castro Alves. Formou-se advogado em 1868, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Desde pequeno se preocupou com as injustiças sociais, opondo-se veementemente contra os potentados da época. Dedicou sua existência à causa pública, revelando-se incansável defensor dos desvalidos. Abolicionista, promoveu judicialmente a libertação de muitos escravos. Assumindo a causa republicana, ainda jovem defendeu-a corajosamente como deputado na Assembléia Provincial Paulista (1870/71). Representou Itapetininga na grande Convenção Republicana de Itu, em dezoito de abril de 1873. Com Moreira da Silva, fundou o primeiro jornal de Itapetininga, O Município. Em 1874, emigrou para o Sul. Com Pinheiro Machado, Júlio de Castilhos, Assis Brasil e outros, desperta o sentimento republicano gaúcho, fundando o Partido Republicano Riograndense, Primeiro redator-chefe da folha republicana, A Federação, fez editar seu primeiro número em janeiro de 1884. Suas teses foram sustentadas por seus discípulos, Júlio de Castilhos, o Patriarca da República, Pinheiro Machado e Ramiro Barcellos. Sua doutrina foi a base do Castilhismo e do Pinheirismo. O Partido Republicano Riograndense foi o único da União a manter-se fiel às bases doutrinárias de inspiração venanciana, desde os primeiros Congressos, até a queda da República Velha, em 1930. Venâncio Ayres faleceu em Santo Ângelo-RS, em dezesseis de outubro de 1885".(fonte: Itape Digital)

Júlio Prestes de Albuquerque Nasceu em Itapetininga, em quinze de março de 1882, filho do Coronel Fernando Prestes de Albuquerque e de Dona Olímpia de Sant’Ana Prestes. Fez os primeiros estudos em Itapetininga e, posteriormente, em São Paulo, onde diplomou-se pela Faculdade de Direito, em 1906. Exerceu a carreira de advogado com grande sucesso. Em 1909, foi eleito deputado estadual e reeleito nas cinco legislaturas seguintes. Em 1924 foi eleito deputado federal e líder da maioria. Em 1927, com o falecimento de Carlos de Campos, foi eleito presidente do Estado. Dirigiu os destinos de São Paulo durante três anos, realizando uma das mais prósperas administrações. Deve-se a Júlio Prestes a incorporação da Estrada de Ferro Sorocabana ao patrimônio do Estado, a construção da Mairinque-Santos, do Palácio da Justiça, da Faculdade de Medicina, do Instituto Biológico, do Parque de Indústria Animal, do Manicômio Judiciário, do Museu Agrícola e Industrial, dos asilos-colônias Cocais, Aimorés e Pirapitingui, bem como do novo Código do Processo Civil e Comercial. Em 1930, foi eleito Presidente da República. Lamentavelmente, a Revolução o impediu de assumir o Governo. Exilado, esteve em diversos países da Europa até que, em 1934, com a promulgação da Constituição, pôde retornar à sua Pátria, e à sua Itapetininga. Viveu na cidade, dedicando-se exclusivamente à exploração de sua Fazenda das Araras e somente por duas vezes veio à público: para erguer o brado de revolta do Brasil contra as covardes agressões de nossos navios por submarinos do eixo; e em 1945, ao lado das forças democráticas, na campanha de libertação nacional contra a ditadura. Foi escritor e poeta eminente, autor de magníficos trabalhos forenses, parlamentares e jornalísticos, além de apreciadas poesias, que compôs desde sua mocidade. Faleceu em São Paulo, no dia nove de fevereiro de 1946, tendo sido sepultado em Itapetininga, com grande acompanhamento e com as honras de Chefe de Estado. Deixou três filhos, de seu casamento com Dona Alice Viana Prestes: Marialice, Irene e Fernando Prestes Neto. (fonte: Itape Digital)

EM BREVE, MAIS NOMES
Menu